Quem tenta explicar em uma conversa casual o que faz um bioinformata costuma esbarrar no estereótipo do cientista isolado diante de códigos indecifráveis em uma tela escura. No entanto, há uma perspectiva muito mais precisa e profundamente humana para compreender essa disciplina: a bioinformática é uma expressão refinada de arte, e o bioinformata contemporâneo atua como o maestro de uma imensa orquestra biológica e computacional.














